sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Qual é a diferença entre louvor e adoração?

"O louvor está mais ligado às obras de Deus, ou seja, àquilo que Ele faz; ao passo que a adoração está mais relacionada com aquilo que Deus é. Gostaríamos de nos valer de uma ilustração a fim de exemplificar essa realidade.
É a estória de um bombeiro que certa ocasião salvou a vida de uma determinada moça. Essa jovem, por sua vez, sentiu o desejo de agradecer-lhe por ele ter-lhe salvo a vida do fogo. Depois de se conhecerem esta jovem apaixonou-se por este rapaz, e vieram posteriormente a se casar.
Em relação a Deus, a situação é bastante semelhante. Não basta que Deus nos livrou do fogo do inferno, é preciso que se conheça quem é a pessoa de Deus. A adoração é mais comtemplativa, é como estar ao lado de alguém que se ama. Nós gostamos de ficar ao lado de quem amamos pelo simples fato de amarmos esta pessoa. A adoração está ligada à personalidade de Deus, e não somente aos Seus feitos. Em resumo poderíamos dizer que louvamos a Deus por aquilo que Ele faz, e O adoramos por aquilo que Ele é. Estar na presença de Deus, não significa apenas pedir e agradecer. Pois, há muitos momentos em que as pessoas aproximam-se de Deus só com esta finalidade. É preciso estar com Deus por causa de Deus mesmo, com o único intuito de desfrutar de Sua maravilhosa companhia e presença. Devemos estar ao lado de Deus por ser, a Sua presença, infinitamente mais agradável do que qualquer outra dádiva que Ele pudesse nos dar. Importa conhecer as bênçãos de Deus, mas infinitamente mais importante é o conhecer o Deus das bênçãos."

Trecho do livro "Músico, profissão ou ministério?"

A paz, Irmão em Cristo
Que possamos refletir.

domingo, 25 de julho de 2010

Encontro de Jovens Setor II

Ontem à noite, em Igapó, mais uma vez fomos surpreendidos pela presença manifesta de Deus, eram muitos jovem entregando sua adoração ao Senhor de forma sobrenatural. A palavra entregue ali teve endereço certo, pois não voltou vazia. Somos eternamente gratos a ti Senhor, pela tua presença naquele lugar, pois sabemos que só ela faz a diferença.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cristão no palco e inimigos na plateia?


"Será que um servo de Deus precisa mesmo mostrar aos seus desafetos que ele venceu? Existe a necessidade de o Senhor conservar os nossos inimigos vivos para verem a nossa vitória? Não seria melhor desejarmos o bem deles? O que melhor combina com a vida cristã: o sentimento de vingança ou o sentimento de compaixão? (...)

Quem são os nossos inimigos? Seria bom que todos os compositores lessem as palavras de Jesus registradas em Mateus 5.44: “Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem”.

Que Deus cuida do justo não há dúvidas. Mas não cabe a nós a vingança nem o sentimento de vingança. Em Romanos 12.19,20 está escrito: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira [de Deus], porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o SENHOR. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça”.

Lembremo-nos mais uma vez de Jesus e também de seu seguidor Estêvão, dois vencedores que saíram de “entre a plateia” e subiram “no palco”. Qual era o sentimento deles, em cima daquele “palco” nada atraente, diante da multidão enfurecida? É difícil suportar os nossos inimigos, não é? Como, pois, reagiríamos ante o comportamento hostil e zombeteiro daqueles que estão “entre a plateia”? (...)

Aprendamos com Estêvão e principalmente com Jesus. O primeiro, ao ser apedrejado “no palco”, não ficou em silêncio nem desejou o mal de seus inimigos. Antes, pôs-se de joelhos e clamou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (At 7.60). Já o nosso Senhor — que, como Filho de Deus, podia ter pedido ao Pai que fizesse justiça, castigando os seus algozes — intercedeu por eles: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34).

Diante desses piedosos exemplos, por que eu deveria dizer “aleluia” ou “glória a Deus” quando alguém tripudia diante de seus inimigos, por pior que eles sejam? Seria bom revisarmos os nossos conceitos acerca do louvor a Deus. Acredito que muitos cristãos não têm percebido os desvios contidos em letras de composições “evangélicas” da atualidade em razão de desconhecerem algumas características do louvor esposadas na Bíblia."

Trecho do livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, de Ciro Sanches Zibordi (editado pela CPAD), escrito com o propósito de orientar o povo de Deus acerca da adoração e do adorador. O autor discorre sobre a adoração propriamente dita, o louvor, o cântico de louvor, a música, etc. Boa parte da obra é dedicada a análise de letras de composições de sucesso, estilos musicais, comportamento, modismos e inovações no culto a Deus. Em breve, mais informações neste blog e no Portal CPAD.

por: Ciro Zibordi

A paz de Cristo!
Luan